Música, poesia , artesanato e muita criatividade. São as estradas que tenho para percorrer. Venha trilhar o caminho para o desenvolvimento coletivo. A paz é a nossa meta! Sabendo que Vó Nanã sempre tem um agasalho para não nos deixar sentir frio nas estradas a bolear, sigo em frente sem nada temer abençoada por Olorum e sob a rede de Iemanjá.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
terça-feira, 21 de maio de 2013
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domingo, 19 de maio de 2013
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sábado, 18 de maio de 2013
sexta-feira, 17 de maio de 2013
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Caminhando sempre.
Talvez eu precise caminhar na praia e sentir o cheiro do mar.
Deixar que os meus pés toquem os grãos e olhar para frente tendo aquela
imensidão de porquês a me instigar.
E quando cansada parar e olhar as ondas, eu me envolva em
cada volta da espuma e mergulhe dentro de mim, vire água.
Valorizar os dias,
olhar com serenidade de quem foi trovoada e faca afiada durante cinco décadas. E eu entenda, finalmente entenda, que briguei tanto por algo
que se quer me pertencia.
E o que era meu, nato, foi subjugado, julgado, partido,
oprimido e eu estava muito ocupada com a
defesa alheia.
Merecer a coragem de deixar pra trás o que de fato não lhe
pertence é como retirar-se de cena antes do final.
Apenas sensação... O tempo tem hora!
E ou matar uma parte do personagem que a necessidade obriga um ser a
interpretar e a dar vida mesmo que isto lhe custe uma quebra de bilheteria.
Fui também guerreira! Assumi a guerra alheia e a fiz minha.
Dei baixa em tempo de reviravolta. Ao olhar para a coloração
da raiz da coerência, decidi apenas viver.
E como é contraditório viver... Não se consegue retirar as
cenas do passado, e também para que? O sentimento é modificado e você de fato
vê uma imagem jamais antes percebida se enxerga, se ver!
Fora de cena as máscaras caem, e o outro lado tanto meu como
do outro modificam suas falas e ações. Para qual público ressalta a dramaturgia
das relações?
E quanto repasso o script percebo que: o amor é
desqualificado, o respeito tem cifras e o outro este é apenas ele. E as
cortinas já se fecharam!
Talvez eu tenha me presenteado com os melhores e verdadeiros
dias de minha vida e isto apenas por ter decidido tirar as sandálias e caminhar sob a areia do mar.
quarta-feira, 15 de maio de 2013
terça-feira, 14 de maio de 2013
sábado, 11 de maio de 2013
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Escritos e ditos bem ditos!
Fico quieta em meu canto,
nele canto
nele crio,
dele saio
socializo.
Não mais gasto o verbo para gritar.
Anos em prol do grito e não fiquei rouca!
Agora apenas canto e me liberto do canto!
Não entro em desafios.
Não mais preciso argumentar
Deixo os versos nascerem, cantarem,
Já são independentes!
Eles são mais fortes que eu!
São livres e prontos
E aposento o rubor facial e o ardor no peito
deixo afrouxar o meu riso da liberdade de expressão.
Só empresto os dedos para editar a criação.
"Caminhas que te sigo em prosas..."
domingo, 5 de maio de 2013
sábado, 4 de maio de 2013
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Iemanjá - Yá Ogunté
Título: Yá Ogunté –
Letra e música de: Valéria Barbosa da Silva
Odoyá, Iemanjá, Dandalunda, Janaína, Marabô, Princesa de Aiocá, Inaê, Mukunã, Yá Ogunté eu vou louvar
Caila e Sobá , Yá Ogunté eu vou louvar.
As ondas verdes do mar
As pedras estão a encontrar
Navega com os meus sonhos
Desliza na luz do luar
Ouçam o canto que encanta
Chamado de Odoyá.
Canto que encanta encontro
No axé eu vou mergulhar.
Yá Ogunté, Yá Ogunté
Me dê o seu axé, me dê o seu axé
Yá Ogunté me dê o seu axé.
As ondas chegam à areia
Na noite Ela sai pra lutar
Vem para a terra guerreira
Vem prá nos abençoar
Seu alfanje é um tesouro,
Ferramenta pra vencer
Seu Adê tem sete estrelas
Que iluminam o meu viver.
Yá Ogunté, Yá Ogunté
Me dê o seu axé, me dê o seu axé
Yá Ogunté me dê o seu axé.
O castelo de Olokum
Ela está aguardar
É a Esposa de Ogum
Das águas violentas a bradar
Ela é a grande mãe
do ori da multidão
Com o seu canto mais alto
chamou o meu coração.
Yá Ogunté, Yá Ogunté
Me dê o seu axé, me dê o seu axé
Yá Ogunté me dê o seu axé.
Vovó Cambinda de Aruanda - Cantiga de Valéria Barbosa.
O mes de maio chegou e com ele todo o axé dos Pretos velhos. Salve Vovó Cambinda de Aruanda.
A arte falante do meu coração é ilimitada, tem som e cores.
Dribla a calçada, e vira educação.
Não me perguntem por que fechei, durante tantos anos, a minha gaveta querida. É nela que tenho pinceis, lápis, tintas,retalhos, linhas coloridas, letras, que voam como borboletas,e sons que saem pelas laterais da gaveta, com a naturalidadedo ar que nos acolhe. É nela que guardo a arte que conheci pela vida, não permitindo traços de rancor pela condição social. Ela abriu os meus olhos para enxergar este diferencial,
me fortalecendo como ser.
Vamos abri-la com carinho. É hora de recordar a vitamina fortalecedora dos sentidos, quando se tem a arte a coroar. A minha cabeça tem a coroa da beleza da plasticidade e sonoridade do equilíbrio, daí a força pra aguentar a minha cômoda de viver.
Educação é como o Irôco: árvore sagrada dos yorubás. É promessa paga, é compromisso diário.
A metodologia deve ser plantada junto à raiz da mangueira, aproveitar os nutrientes do solo (cultura); deixá-lo vagarosamente adentrar pelo caule fortalecendo o tronco, ir tomando conta da ação e, em constantes atividades, encaminharse aos galhos (expandir-se) até chegar às folhas, para aproveitar toda a harmonia do contexto: com o som, o ar, o movimento e, finalmente, chegar ao fruto.
Ao chegar ao fruto, é preciso ter o prazer de saborear o conteúdo armazenado por tanto esforço, por tempo de preparo, por tanta influência da natureza, das mãos que criam, e do contato individual, utilizando recursos adquiridos por outros sabores provados. E, frente ao sentido do tato, olfato, paladar e a visão, trarão do subconsciente as referências necessárias para decodificar, entender, e ter o gosto de vivenciar a experiência de aprender, que é única e vivencial.
Dá-se, desta forma, o processo metodológico da educação, com pesquisa, com inquietação, na busca constante e no interesse de provar e enraizar-se na pedagogia do viver.
Que solo é este? É composto por quais nutrientes?
Qual a calosidade da mão que tocará este solo? Quantos solos já tocou? De barro, arenoso, lamacento?
E esta mão que toca o solo (história de vida), quantas mãos já segurou? Quantas histórias têm na alma?
Quais são os risos e lamentos de sua história?
E a semente (projetos), de que forma poderá ser preservada, cuidada, fertilizada, divulgada e ser, principalmente, entendida e necessitada por quem dela se fartar quando se tornar
fruta e amadurecer?
A recepção da raiz será acolhedora (Instituição)? De que forma aceita a ideia analógica de ser veículo cultural, educacional e transformadora?
E o tronco? Recepção da família, a sustentação do educando fora do ambiente institucional, será que está apto a ter uma raiz adentrando as suas fibras? Teremos fibras resistentes neste túnel de informações?
Teremos fibras compatíveis com as nossas aspirações? Qual será a nossa resistência diante da inflexibilidade
das pragas? Trataremos e continuaremos a nossa missão de educar?
Que ambiente educacional é este, se todo o ambiente aoredor é veículo de informes e aprendizados?
Como surgirão os nossos galhos (o educando), com limitações patológicas, com dificuldades relacionais, com normalidade angustiante ou com um sorriso cativante? Multiplicidades de saberes, de entendimento, de questionamentos?
Vazantes em pleno mar a desaguar. Em que rio ou beco irão se comunicar e reforçar, com a prática pedagógica, os mecanismos necessários para sobreviver?
Todo este caminho (processo) para chegar às folhas, dura certo tempo em nossas vidas: as crianças, os jovens, os idosos, as famílias, os colegas de trabalho, os contatos de jornada terrestre.
E, neste caminho, há as que caem no chão por excesso de sol, de vento, de som, por falta de calor humano, por falta de amor, pela mudança da estação. Caem no chão, mas não saem da vida e, enquanto nela se alocam, resta a esperança da educação continuada.
Cadê a bendita mão para retorná-la ao solo e deixá-la ser adubo? Quantas vezes o recomeço é primordial neste processo?
Tantas quantas necessárias!
Mas e o tempo da colheita, cobrada pelo mercado? Qual o valor da folha, do galho, do adubo, do jardineiro? Quanto tempo nos resta para devolver a fruta para o seu destino?
Eis que surgem as mangas! Nossos saberes apreendidos, todo o seu conteúdo foi, naturalmente, beneficiado pela preservação cultural. Da casca, adubo pra vida; da polpa, com sua cor, gosto, e que gosto! Toda a beleza do aprendizado e, de sobra, com um conteúdo que pode ser aproveitado para o recomeço, o caroço, a semente, que podem ser replantados ou virarem um adorno para o lúdico. Quando secar, ponha olhinhos, pinte uma boquinha e terás um bichinho.
O nosso educando que, ora é galho, folha verde e se transforma em fruta, ora é a flor da árvore que, na ação do empreender, se transformará em um jardineiro. A mudança de papeis na trajetória faz parte no universo da criativa idade.
O que vale é deixar plantado, na história, o sentimento da saudade, que não tem idade, não tem cor, não tem patente, mas, se consciente, é repasse cultural e cabe em verso e prosa pendurada no quintal, enfeitando as comunidades, e tendo como reflexo a renovação da inspiração. A saudade, quando saudade, é aquela foto que dá vontade de ser presente, de voltar no embalo da vida e dizer: “Olha eu aqui, gente,
me tornando hoje”.
Hoje escuto Cartola, Braguinha, vejo Carmem Miranda como uma grande rainha. Recordação que, na foto, nem o amarelo do tempo pode apagar. A tecnologia convive com a cultura popular, basta o educador ser um plantador cultural e estar disposto a montar o seu varal e enfeitá-lo com os grandes gênios que por aqui deixaram suas vestes coloridas a decorar nosso olhar e a encantar nossa apreciação artística. Se, ecologicamente, portanto, nos preocupamos com oplaneta, com as nossas ações diante do mundo; do outro, não podemos esquecer que somos jardineiros, semeadores da boa nova na ação social. Não podemos esquecer que, no varal de nossos quintais, estão pendurados os nossos sonhos e a linha que forma o tecido que reveste o nosso corpo é a mesma que levanta a pipa do sonho dos meninos e meninas da nossa nação.
Daí, a nossa grande árvore que possui espécies diversas, que se chama educação.
Não há saída para nada nesta vida se não permitimos que os muros que nos cercam do saber sejam transparentes o suficiente para o excluído poder, pelo menos, ver o que há dentro da sabedoria, sabendo que o privilégio gerencia e incentiva as disputas de mercado.
O mundo passa por transformações, mas a maior delas acontece dentro do homem, com a mudança de paradigmas, com o fortalecimento do amor pelo seu irmão. Não adianta amar o leão e desprezar o menino que dorme no chão; pois o leão está na mata e o menino, na calçada, que pode ser a arma que matará os sonhos de um filho qualquer.
As necessidades das crianças são parecidas. A tecnologia fomenta o desejo do belo, do novo, do inalcançável, e a condição social subtrai as emergências como: relacionamento fortalecido, necessidades básicas supridas e educação gerenciada.
Daí, diante deste plantio, o pomar, ou até mesmo o jardim, só terá o sol entrando se a poda for feita na época certa, se o compromisso do agricultor for diário, se a colheita for festejada, e se fortalecer a partilha na hora do degustar.
A educação é responsabilidade de todos. Nesta grande plantação, a preocupação maior é com todo o processo, pois a árvore da vida, árvore da educação, não pode sujar a calçada, morta, caída no chão. A sua cor é verde! É rosa! Os vermelhos, deixem para irrigar o coração, e não para tingir o asfalto por
falta de uma mão.
Eu sou apenas uma jardineira, que passa o ano inteiro escolhendo o que plantar, que escolheu a mangueira pra esta roda de escrita, por muito ter que aprender com uma árvore que virou escola, e no samba me faz crer. É completa a Mangueira, pois dela nascem poetas, compositores, artistas e, para completar, sua glória dos pés, nascem passistas e, se prestarmos atenção, possui as cores que no chacra fazem bem ao coração.
Se eu perguntar pra você: “as cores verde e rosa pertencem a qual Escola?” Decerto, responderão: “pertence à Mangueira”. E a Mangueira respeita e repassa tradição.
É importante fortalecer o contexto, a diversidade de culturas, por conta das diversas faixas etárias. Devemos favorecer o encontro do mais velho com o mais moço, pois, deste encontro, surgem caminhos onde a arte toma forma, não morre, não envelhece e vira patrimônio. Os muros das comunidades são de vidro e porosos o suficiente para deixar sair as cores e os sons diversos, que seus moradores guardaram desde a época de seus avôs. Favorecer a intergeracionalidade é favorecer a continuidade do acervo cultural. O velho será novo para quem o conhecer.
As brincadeiras, as cantigas de rodas, os causos, as histórias, as atividades manuais, a troca do respeito; tudo o que pode levar o mais jovem e o mais idoso a se relacionar, é uma prática saudável de respeito e compromisso com a vida e com o enriquecimento cultural. O passado não morre; adormece para escutar o chamado das crianças.
quarta-feira, 1 de maio de 2013
terça-feira, 16 de abril de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Envelhecer com qualidade de vida! Dignidade para os idosos é uma questão de direito
Rio 20/04/2013
The Fitness Center Square is to be used by the elderly?
Today I was waiting for a person in the Town Square of God. In front of the Fitness Center Square. Space well located, with a sky as roof uncovered, leaving users depending on the good or bad weather. Interestingly, during that time there was only seen young people using the space under the supervision of more than one professional, attentive and involved in activities.
But this space was not programmed for the elderly? I thought. Exercise is so necessary for all ages! !
I remembered a visit I made yesterday to an asylum, then remembered the political campaigns whose advertising is installed in gyms to the squares where the biggest beneficiary should be the elder.
Seduce who? It's past time for government to pay attention between discourse and action. It takes a minimum of knowledge of the aging process to make sure that this type of action is not for the elderly but for anyone who has the autonomy to face the sunlight or rain water to keep a body healed.
What the elderly need? Decent care of the health system to give vent to outpatient care. Sidewalks that take to get around safely; care asylum technical quality; able to live with dignity and quality of life; geriatric care for this specific process among other issues.
Yesterday saw elderly people autocarinhando for lack of a family hug or a friendly visit, minds in disarray, sadness of abandonment. No alternative occupational conditions to give minimum to survive and live with pleasure. Seniors strapped in the chair to keep from falling to the ground.
Is there supervision in these spaces? Does it require an architecture condicente with age living there? Is there a nutritional monitoring of asylum seekers? I worry not only with the space but with all spaces for institutionalized elderly.
The City released with much love to the elderly and gained their votes with advertising these academies gymnastics. Why not allocate part of these professionals are the Academies of Squares for the internal reality of nursing homes? There have elderly dependents needing to mess with the body and strengthen the muscles as much as people who can go to space with their own feet.
Even the government of our state reached its power using the good faith of the elderly. Is already passing of time to return the votes from the polls with actions that exceed the entertainment and become part of everyday life for this population constituted law.
We need to URGENCY OF Reference Centres to care for dependent elderly person within communities / Slums.
=========================================
A Academia de ginástica da Praça é para ser usada pela pessoa idosa?
Hoje eu fiquei aguardando uma pessoa na Praça da Cidade de Deus. Em frente à Academia de ginástica da Praça. Espaço bem localizado, tendo como telhado um céu descoberto, deixando os usuários dependendo do bom ou mau tempo. O interessante que durante o tempo que ali estive só vi jovens utilizando e o espaço sob supervisão de mais de um profissional, atenciosos e envolvidos nas atividades.
Mas este espaço não foi programado para idosos? Eu pensei. Eu pensei. O exercício é tão necessário em todas as idades!
Overburdened Health Care System Leaves Elderly Vulnerable in Brazil | Global Press Institute
The Fitness Center Square is to be used by the elderly?
Today I was waiting for a person in the Town Square of God. In front of the Fitness Center Square. Space well located, with a sky as roof uncovered, leaving users depending on the good or bad weather. Interestingly, during that time there was only seen young people using the space under the supervision of more than one professional, attentive and involved in activities.
But this space was not programmed for the elderly? I thought. Exercise is so necessary for all ages! !
I remembered a visit I made yesterday to an asylum, then remembered the political campaigns whose advertising is installed in gyms to the squares where the biggest beneficiary should be the elder.
Seduce who? It's past time for government to pay attention between discourse and action. It takes a minimum of knowledge of the aging process to make sure that this type of action is not for the elderly but for anyone who has the autonomy to face the sunlight or rain water to keep a body healed.
What the elderly need? Decent care of the health system to give vent to outpatient care. Sidewalks that take to get around safely; care asylum technical quality; able to live with dignity and quality of life; geriatric care for this specific process among other issues.
Yesterday saw elderly people autocarinhando for lack of a family hug or a friendly visit, minds in disarray, sadness of abandonment. No alternative occupational conditions to give minimum to survive and live with pleasure. Seniors strapped in the chair to keep from falling to the ground.
Is there supervision in these spaces? Does it require an architecture condicente with age living there? Is there a nutritional monitoring of asylum seekers? I worry not only with the space but with all spaces for institutionalized elderly.
The City released with much love to the elderly and gained their votes with advertising these academies gymnastics. Why not allocate part of these professionals are the Academies of Squares for the internal reality of nursing homes? There have elderly dependents needing to mess with the body and strengthen the muscles as much as people who can go to space with their own feet.
Even the government of our state reached its power using the good faith of the elderly. Is already passing of time to return the votes from the polls with actions that exceed the entertainment and become part of everyday life for this population constituted law.
We need to URGENCY OF Reference Centres to care for dependent elderly person within communities / Slums.
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A Academia de ginástica da Praça é para ser usada pela pessoa idosa?
Hoje eu fiquei aguardando uma pessoa na Praça da Cidade de Deus. Em frente à Academia de ginástica da Praça. Espaço bem localizado, tendo como telhado um céu descoberto, deixando os usuários dependendo do bom ou mau tempo. O interessante que durante o tempo que ali estive só vi jovens utilizando e o espaço sob supervisão de mais de um profissional, atenciosos e envolvidos nas atividades.
Mas este espaço não foi programado para idosos? Eu pensei. Eu pensei. O exercício é tão necessário em todas as idades!
Lembrei-me de uma visita que fiz ontem a um asilo, a seguir lembrei as campanhas políticas cuja propaganda está nas academias de ginásticas instaladas nas praças onde o maior beneficiário deveria ser a pessoa idosa.
Querem enganar a quem? Já passou da
hora do poder público prestar atenção entre o discurso e a ação. É preciso de
um mínimo de conhecimento do processo de envelhecimento para ter a certeza que
este tipo de ação não é para pessoas idosas e sim para quem possui autonomia de
enfrentar a luz do sol ou as águas da chuva para manter um corpo sarado.
O que a pessoa idosa precisa? Atendimento digno do sistema de saúde que dê vazão ao atendimento ambulatorial. Calçadas que dê para se locomover com segurança; atendimento asilar com qualidade técnica; condições de viver com dignidade e qualidade de vida; cuidados específicos deste processo gerontológico entre outras questões.
Ontem vi idosos se autocarinhando por falta de um abraço familiar, ou uma visita amiga, mentes em desalinho, tristeza do abandono. Nenhuma alternativa ocupacional para dar condições mínimas de sobreviver e viver mais com prazer. Idosos amarrados na cadeira para não cair no chão.
Será que há fiscalização nestes espaços? Será que exigem uma arquitetura condicente com a faixa etária que ali habita? Será que há um acompanhamento nutricional dos asilados? Me preocupo não somente com este espaço e sim com todos os espaços que há idosos asilados.
A Prefeitura divulgou com tanto amor ao idoso e ganhou os seus votos com propaganda destas Academias de ginásticas. Por que não destinam parte destes profissionais que estão nas Academias das Praças para a realidade interna dos asilos? Ali tem idosos dependentes necessitando mexer com o corpo e fortalecer a musculatura tanto quanto as pessoas que podem se dirigir ao espaço com os seus próprios pés.
Até o governo do nosso estado chegou ao seu poder utilizando a boa fé dos idosos, já está passando da hora de retribuir os votos das urnas com ações que ultrapasse o entretenimento e passem a fazer parte do cotidiano desta população por DIREITO CONSTITUIDO.
Precisamos com URGÊNCIA DE Centros
de Referência ao atendimento à pessoa idosa dependente dentro das
comunidades/Favelas.
Overburdened Health Care System Leaves Elderly Vulnerable in Brazil | Global Press Institute
domingo, 7 de outubro de 2012
Conversando a gente se entende.
O diálogo serve para que o homem consiga se entender e se fazer entender quanto as regras de sobrevivência e bem convivência com os da mesma especie.
No dia 26 de outubro estive na Universidade Estácio de Sá, campus Sulacap falando sobre a importância das profissões no 3° Setor.
O terceiro Setor é executado por diversas organizações não governamentais e vem cobrir um espaço de ações sociais cujo o Estado e o Município não conseguem absorver, ou por conta da demanda dos usuários destas ações ou por conta do limite de recursos destinados as mesmas.
Todas as profissões são de suma importância para que haja um trabalho de qualidade no terceiro setor.
A ação social/cultural/saúde/meio ambiental, etc emerge de uma demanda levantada onde a carência de uma atuação clama por medidas que levem ao desenvolvimento de projetos ou programas para sanarem este problema ou seja.
lllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllll
lllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllll
Valéria Barbosa
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sábado, 15 de setembro de 2012
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Muito feliz, compondo, fazendo poemas, rezando para Deus me livrar da inveja, amando e colhendo o que plantei.
Na vida é assim, aqui se faz e aqui se paga. Eu paguei adiantado e agora posso rir um bocado da cara sem vergonha da inveja.
Vamos descobrir cada tema?
Mãe e filha, amor incondicional.
LANÇAMENTO DO LIVRO:
OS GRANDES MESTRES GUARDIÕES DA CIDADE DE DEUS
FAZEDORES DE DESTINO
Autora: VALÉRIA BARBOSA
Pedidos: valcdd@hotmail.com
valor: R$20:00 acrescido das tarifas depostagem
RESERVE O SEU!!!
Muito feliz, compondo, fazendo poemas, rezando para Deus me livrar da inveja, amando e colhendo o que plantei.
Na vida é assim, aqui se faz e aqui se paga. Eu paguei adiantado e agora posso rir um bocado da cara sem vergonha da inveja.
Vamos descobrir cada tema?
Mãe e filha, amor incondicional.
LANÇAMENTO DO LIVRO:
OS GRANDES MESTRES GUARDIÕES DA CIDADE DE DEUS
FAZEDORES DE DESTINO
Autora: VALÉRIA BARBOSA
Pedidos: valcdd@hotmail.com
valor: R$20:00 acrescido das tarifas depostagem
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MÚSICA QUE FIZ PARA OS GRANDES MESTRES DA CIDADE DE DEUS.
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