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domingo, 5 de julho de 2015

Subir? Vai. Descer? Idade.



Pra subir a montanha foi difícil
Passou sufoco,
Sofreu vertigens no estomago
Contou os poucos centavos,
E fechou os olhos,  sonhou com ardor.
Jurou na subida mostrar o caminho,
Dar as mãos para o outro, apontar direções,
pensar com a razão e escutar o coração.
Mas a altura é árdua,
A distância tamanha.
Os sapatos furaram, os pés sangraram
E a força interna o empurrou para cima.
Dia seguidos de sonho,
De caminhos, de olhares, de aplausos,
De apoio,
De companheirismo e todos aguardavam
o desfecho torcendo e apoiando a sua subida.
Queriam aplaudir  o ápice da vitória, a chegada ao topo dos sonhos.
E o topo iluminado parecia gritar seu nome,
Todos ouviam um coral,
Mas  seu ouvido só escutava o seu canto.
Chegou ! O povo que acompanhou o percurso aplaudiu com calor.
Feliz por ver sonhos despontando.
E o sonho não multiplicou, não cresceu
Rolou montanha abaixo na capa da vaidade.
E o povo continuou seu caminho, aplaudindo sonhos

Apoiando bandeirantes, trabalhando como  ha milênios com fé e talento.
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